O QUE OS MESTRES ASCENSOS DIZEM SOBRE...


– Os Efeitos da Música no Ser Humano –

O Poder da Música - A música acompanha o fluxo de energia em toda parte no Cosmos, até mesmo na própria célula da vida. Ela é verdadeiramente o som sem som que nós ouvimos somente quando estamos em sintonia com sua frequência.

Ela exerce controle sobre os corpos inferiores, sobre as emoções, a mente e a disposição. De acordo com suas proporções, ela pode ser tranquilizadora, revigorante, enobrecedora, filosófica, vulgarizante ou orgiástica.

As raízes dos nervos auditivos são as mais amplamente distribuídas e possuem as conexões mais extensas em nosso corpo. Praticamente não existe uma função do corpo humano que não seja afetada pelos tons musicais. Mas isso nem sempre é interpretado, reconhecido. A música afeta a vida das pessoas sem que muitas delas sintam qualquer diferença ou influência real em suas vidas.

Os efeitos da Música - A música é uma trindade da Vida. O poder do Pai é estabelecido pelo ritmo. A melodia torna-se a inteligência do Filho. E a harmonia e o embelezamento, torna-se o poder de transformação do Espírito Santo.

A música, portanto, é um poder que pode ser utilizado para o bem ou para o mal, e ela é um fator determinante da civilização e de suas tendências. Aristóteles uma vez disse: “A introdução de um novo tipo de música deve ser evitada, pois coloca em risco todo o Estado, uma vez que os estilos musicais jamais são alterados sem afetar as instituições políticas mais importantes.”

Já foi dito: “Não importa quem escreve as Leis, desde que aquele que detém o controle possa escrever a música de uma nação.”

Os sacerdotes e as sacerdotisas que cuidavam da chama da Mãe nos altares da Lemúria conheciam a ciência sagrada do som e do ritmo. Veio então uma era de obscurecimento, marcada pela rebelião contra a Luz da Mãe e pela perversão da chama, à medida que sacerdotes e sacerdotisas perverteram tanto o som quanto o ritmo.

Pelo uso indevido do som e do ritmo, um cataclismo foi desencadeado a partir dessa Maha Kali, a força da Mãe, dando origem, assim, à antiga memória do afundamento do continente da Lemúria pelo fogo e pelas erupções vulcânicas (isso é retorno karmico em ação).

(Kali é associada à destruição do mal e de tudo o que é antideus. Maha significa “grande”, “poderoso”, “elevado” ou “supremo”, dependendo do contexto. Assim, em Maha Kali (Mahākālī), Maha tem o sentido de “Grande”, e a expressão pode ser entendida literalmente como “A Grande Kali”, evocando, nesse contexto, seu poder de destruição do mal. Vejam que a má utilização da chama sagrada da mãe traz a destruição. Ninguém pode corromper as energias sagradas sem sofrer o retorno da própria energia mal qualificada).

O Ritmo Natural dos Chakras - Da chama da Mãe provém o ritmo de todos os ritmos. A chama da Mãe está localizada no chakra da base, na base da coluna vertebral. Ela é uma esfera branca de Luz, que permanece selada até que nós meditemos sobre essa energia para que ela se eleve pelo altar da coluna vertebral.

À medida que essas pétalas começam a girar pela ação da nossa meditação e pela entoação da Palavra, elas manifestam os ritmos da vida: 4/4, 3/4, 6/8, 2/4, 12/8, 5/4, 7/4 e 12/4. A base quaternária presente em todos esses ritmos provém da Mãe como fogo, ar, água e terra – o fundamento da nossa pirâmide da vida.

No ritmo 4/4, nós sentimos a liberação da energia da Mãe em um ciclo disciplinado, e a roda do chakra começa a girar. Desse movimento surge o compasso 3/4, que corresponde ao pulsar do coração. O compasso 3/4 é o ritmo de Alfa e Ômega no T’ai Chi, girando no centro do coração. Dessa energia em movimento, os mundos são formados.

O compasso 4/4 do chakra da base, com suas quatro pétalas, corresponde à disciplina do ritmo de marcha, e é sobre essa base que se constrói a própria pirâmide da vida. Se a Matéria não descer de acordo com esse quadrado da Matéria, esse cubo cósmico ficará inclinado, distorcido e desalinhado, e não será um cálice adequado para a descida da Luz.

Quando o compasso 4/4, em uma batida disciplinada, faz girar o chakra da base, ele começa a se mover suavemente, e essa Luz da Mãe, como um cristal, eleva-se pelo altar da coluna vertebral. À medida que sobe, ela irriga e nutre cada chakra com a polaridade negativa da Mãe Divina (“negativa” é a polaridade e não a energia).

E, à medida que ela se eleva e vocês também invocam a Luz do Pai para que desça ao templo de vocês, ela confere aos seus chakras a polaridade masculina do Pai, a energia positiva, que é atraída pela energia negativa da Mãe, em vocês. Então ocorre uma união do Pai e da Mãe em cada um de nossos chakras.

Assim, a Mãe se eleva e o Pai desce, e é dessa maneira que vocês alcançam o equilíbrio da totalidade, de Alfa e Ômega, em cada chakra, e em seu templo. O berço do coração, então, é o lugar onde a união do Deus Pai-Mãe, no interior de vocês, dá à Luz o Cristo Universal.

O Rock and Roll - Com a chegada do rock, o compasso 4/4 foi corrompido pelo ritmo sincopado do rock. O ritmo sincopado é um ritmo irregular. Ele não é disciplinado. Ele também se opõe ao próprio ritmo do coração (ele é antivida).

Rock and Roll é traduzido por muitos como: “pedras rolantes”. Esta é uma confusão entre “rock and roll” e “Rolling Stones”. São expressões diferentes. Rolling Stones pode ser traduzido literalmente como “pedras rolantes”, é daí que vem o nome da banda The Rolling Stones: - Stone = pedra. Rolling = rolando, que rola. Rolling Stones = pedras que rolam / pedras rolantes.

Já “Rock and Roll” é outra coisa. Os verbos têm sentidos como: - to rock = balançar, embalar, oscilar. To roll = rolar, girar, movimentar-se. Assim, uma tradução bem literal de “rock and roll” seria algo como “balançar e girar”.

O rock and roll, surgiu gradualmente da combinação de estilos afro-americanos – especialmente o blues – com elementos do country music e outros estilos populares dos Estados Unidos, sobretudo no final dos anos 1940 e início dos 1950. Um dos antecedentes mais importantes é Sister Rosetta Tharpe, ela misturava gospel com guitarra elétrica, distorção e uma maneira de tocar que antecipava claramente o rock. Sua gravação “Strange Things Happening Every Day”, de 1944, é frequentemente apontada como uma das gravações precursoras do rock and roll.

Em 1951, Jackie Brenston and His Delta Cats gravaram “Rocket 88”, produzida por Sam Phillips. Ela é frequentemente chamada de “o primeiro disco de rock and roll”, embora essa classificação seja discutida.

A explosão propriamente dita aconteceu na primeira metade dos anos 1950. Chuck Berry foi fundamental para definir a guitarra, a composição e a linguagem do rock and roll; Little Richard definiu muito de sua intensidade vocal e rítmica; Fats Domino foi outro pioneiro decisivo. Bill Haley & His Comets, com “Rock Around the Clock”, em 1954, ajudaram a transformar o gênero em fenômeno de massa.

E então aparece Elvis Presley. Sua primeira gravação importante foi “That’s All Right”, em 1954. Elvis não inventou o rock and roll, mas teve papel extraordinário em levá-lo a um público muito maior. Em 1956, com músicas como Heartbreak Hotel e Hound Dog, o rock and roll já era um fenômeno cultural.

Os Beatles foram fundamentais nessa transformação. A banda se formou em Liverpool e, em 1962, lançou seu primeiro single, “Love Me Do”. Em 1963, tornou-se um fenômeno no Reino Unido e, em 1964, explodiu nos Estados Unidos. Esse sucesso abriu caminho para muitas bandas britânicas virem para os EUA, fenômeno conhecido como British Invasion (Invasão Britânica).

Mas não foram apenas os Beatles. A década de 1960 produziu uma enorme diversificação: The Rolling Stones - fortemente influenciados pelo blues e rhythm and blues americanos; desenvolveram uma vertente mais crua do rock. The Beach Boys - surf rock e pop, depois composições e produções extremamente sofisticadas, especialmente pelo Pet Sounds (1966). Bob Dylan - veio do folk e teve enorme influência sobre as letras do rock; sua eletrificação, em meados dos anos 60 ajudou a consolidar o folk rock.

The Who e The Kinks - fundamentais para o desenvolvimento do rock britânico. Jimi Hendrix - revolucionou a maneira de tocar guitarra elétrica na segunda metade da década. The Doors - rock psicodélico e outras influências. Pink Floyd - surgiu no final dos anos 60 dentro da psicodelia britânica e posteriormente se tornaria central no rock progressivo.

(Psicodelia é um termo ligado a experiências que parecem alterar, ampliar ou intensificar a percepção da mente — cores, sons, formas, pensamentos, sensação de tempo, imaginação etc. A palavra psicodélico vem do inglês psychedelic, criado a partir do grego: psychḗ (mente, alma) + dēloûn (tornar manifesto, revelar). Aproximadamente, portanto, significa “aquilo que revela ou manifesta a mente”).

Na década de 1960, o termo ficou fortemente associado à contracultura e ao uso de substâncias psicodélicas, especialmente o LSD, mas seu significado cultural acabou ficando muito mais amplo.

Quando falamos em rock psicodélico, estamos falando de música que procura criar uma experiência sonora incomum, muitas vezes semelhante a estados alterados de percepção: efeitos eletrônicos, reverberação, distorção, gravações tocadas ao contrário, longos solos de guitarra que desalinham os chakras, mudanças inesperadas, letras surrealistas e experimentação em estúdio.

O Ritmo Sincopado - Assim, com o ritmo sincopado do rock, a energia da coluna vertebral não se eleva ao Pai, mas desce, e então a força vital também desce para alimentar as entidades e demônios.

El Morya nos diz que, quando um grande número de pessoas se reúne em festivais de jazz ou de rock, é liberada uma quantidade enorme de energia mal qualificada, suficiente para provocar um cataclismo em algum ponto do planeta.

O ritmo sincopado é aquele em que os acentos musicais aparecem onde normalmente não seriam esperados, geralmente nas partes fracas do compasso ou entre os tempos fortes. A síncope não é exclusivo do Rock and Roll é também característico do jazz, do samba, do funk, do reggae e do blues, entre outros gêneros dos caídos.

(Antes que alguém se ofenda com este ensinamento, é fácil de reconhecer o resultado de escoamento das energias do chakra da base ouvindo estas músicas, elas arrastam as pessoas para dançarem com agachamentos ou rebolando, com isso as energias se escoam e as entidades sugam esta Luz sagrada do chakra da base, o chakra da Mãe divina.

No jazz, especialmente nas formas mais antigas e no swing, é muito comum dançar com os joelhos flexionados, corpo mais baixo e movimentos rítmicos. No funk, isso é ainda mais evidente: joelhos flexionados, quadris, tronco e movimentos bastante marcados pelo balanço. No reggae, geralmente há um balanço mais relaxado, com joelhos flexíveis e movimento do quadril, mas não necessariamente aquele agachamento acentuado.

Já o blues costuma ser diferente: na dança blues, o corpo pode ficar baixo e os joelhos flexionados, mas os movimentos tendem a ser mais lentos, pequenos e próximos do chão, dependendo muito do estilo de blues. Isso é muito mais antigo e sua origem remonta ao vodu de algumas tribos africanas, haitianas e anterior a isso.

A batida do rock é lá em cima e lá em baixo, lá em cima e lá em baixo, lá em cima e lá em baixo, PÁ bum, PÁ bum, PÁ bum, abaixando a energia.

O problema do rock nem sempre está na melodia, que pode até ser muito bonita, mas no som que é destrutivo, pois escoa a energia do chakra da base que é o chakra da vida perfeita na Terra. É este chakra que sustenta a vida.)

(Vejam, existem vários níveis de rock and roll, e vocês sabem, tem aquelas melodias mais tranquilas e tem aquele cachorro louco, não dá nem pra entender o que ele falam. Tem muito mais violência e tem melodias bonitas, como as dos Beatles. Mas a batida da bateria escoa a energia do chakra da base, que é o chakra vital, que é o chakra que recebe aquela energia divina que deve retornar ao Pai. Assim veja, que não importa se a melodia é bonita ou feia, o que importa é a batida, é a guitarra, é a fórmula da música. Depois que essas músicas surgiram, a desordem, as drogas e a destruição da família começaram a se espalhar por diversos países).

(Vejam o sinônimo para síncope: A palavra possui três sentidos principais.

1. Na Medicina — perda súbita e breve da consciência
O dicionário apresenta desmaio, desfalecimento, esmaecimento e lipotimia como sinônimos.

2. Na Linguística — supressão de som no interior de uma palavra.
Supressão, eliminação, redução, abreviação.

3. Na Música — deslocamento da acentuação rítmica.

Sincopação, deslocamento rítmico, é a falta de ordem regular na música. Uma desordem musical).

Há quatro pétalas no chakra da base da coluna, e o verdadeiro ritmo desse chakra é o ritmo de marcha, que faz com que a Luz se eleve no interior de vocês. O chakra da base é o chakra da ordem correta das energias. É o chakra da harmonia manifestada. O ritmo sincopado provoca a descida da Luz e, assim, puxa para baixo todas as energias, levando-as para os chakras inferiores.

Como resultado, a Luz não se eleva para estimular o chakra do coração, o chakra da garganta, o chakra do terceiro olho e o chakra da coroa, os chakras alfa, fazendo com que toda a energia permaneça concentrada nos chakras inferiores: o chakra da base, o da alma e o do plexo solar. A falta de energia nos chakras superiores facilita o controle sobre o ser humano que está desconectado da mente divina.

O rock, combinado com drogas, açúcar, álcool e nicotina, representa um tremendo ataque à nossa juventude, impedindo-a de alcançar a plenitude de sua Cristandade.

O Poder Curativo da Música - Em contraste com o movimento descendente em espiral das energias do homem, induzido pelo ritmo sincopado, nós podemos observar o movimento ascendente em espiral e a purificação das energias dele que ocorrem durante a execução das valsas de Strauss.

A valsa, que foi introduzida nas cortes da Europa por Saint Germain, que inspirou a música de Johann Strauss, segue o ritmo do fogo violeta. Ela exerce um efeito curativo e integrador sobre os quatro corpos inferiores e a alma.

A música clássica inspirada e extraída da música das esferas e das notas-chave dos Mestres Ascensos – algumas das quais foram popularizadas por compositores que entraram em sintonia com as vibrações dos Mestres – transmite os poderes curativos, ressuscitadores, revivificadores e transmutadores das Hostes Celestiais onde quer e sempre que ela seja executada. Essas energias são delicadamente espirituais e, ao mesmo tempo, extremamente poderosas; os indivíduos precisam desenvolver apreço por elas, assim como eles desenvolvem apreço pela música clássica.

O poder da música, amigos, é extremamente poderoso!

A Raga Indiana - Raga – do sânscrito “cor”, “tom”, “paixão” e “melodia fundamental” – é um dos antigos padrões ou modos melódicos tradicionais da música indiana. As ragas expressam estados de espírito específicos e estão associadas a momentos precisos do dia.

Manjushri disse a respeito dessa forma de música: os antigos conheciam a ciência da música, e eles utilizavam a música para penetrar o átomo com a mente – penetrando o átomo, muito antes de sua redescoberta no Ocidente, na história recente –, penetrando o átomo do ser, penetrando os cinco raios secretos...

Se vocês quiserem conhecer o poder da música, por meio do qual a alma segue o som até o coração do ser, então estudem essa forma de música, a raga indiana “Raga Jhinjhoti,” tocada por Shivkumar Sharma – o endereço estará no final desta texto.

Ela realmente conduz vocês ao encontro com o Mestre Cósmico, com uma polaridade entre o positivo e o negativo – vocês, o negativo, a polaridade negativa, ômega, feminina; o mestre, o positivo, a polaridade positiva, alfa, masculina.

A alma, seja você homem ou mulher, a sua alma vive no corpo da Mãe Divina, por isso atuamos como ômega. Quando vocês estão em polaridade, Amados, com uma música como essa, vocês entram em um compartimento do ser que verdadeiramente constitui o coração e a meta da meditação.

Cada chakra é uma matriz arquetípica e está relacionado a atributos, cores, partes do corpo, qualidades positivas, tradições espirituais e instrumentos musicais diferentes.

- As Energias de Cada Chakra -

- Primeiro Centro de Energia - Chakra: da base da coluna vertebral. Cor branco. 4 pétalas.

Expressão Positiva: pureza, alegria, harmonia, autocontrole, esperança, autodisciplina, integração, perfeição, integridade, nutrição. Expressão Desequilibrada: desencorajamento, desesperança, desarmonia, impureza e caos. Instrumento Musical: tambor e tabla.

- Segundo Centro de Energia – Chakra: do assento da alma, localizado entre o chakra da base e o umbigo. Cor violeta. 6 pétalas.

Expressão Positiva: liberdade, perdão, misericórdia, gratidão, justiça, transcendência, alquimia, transmutação, diplomacia, intuição, profecia e revelação. Expressão Desequilibrada: falta de perdão, de justiça ou de misericórdia; reclamação, intolerância, falta de tato, desconsideração pelos outros e crueldade. Instrumento Musical: instrumentos de sopro de madeira.

- Terceiro Centro de Energia – Chakra: do plexo solar. localizado: um poco acima do umbigo. Cor púrpura e dourada. 10 pétalas.

Expressão Positiva: paz, fraternidade, serviço abnegado, foco no desejo correto, equilíbrio, qualidade do que é inofensivo. Expressão Desequilibrada: raiva, agitação, fanatismo, agressão, egoísmo, indulgência exagerada, ansiedade, falta de constância, medo, passividade. Instrumento Musical: órgão

Ao sermos senhores das emoções e dos desejos, cultivamos a paz interior, a fraternidade e o serviço abnegado.

- Quarto Centro de Energia - Chakra: do coração. Localizado no centro do peito. Cor: rosa e rubi. 12 pétalas.

Expressão Positiva: amor, beleza, compaixão, abnegação, sensibilidade, apreciação, conforto, criatividade, caridade, generosidade, conexão e comunhão com o divino. Expressão Desequilibrada: ódio, aversão, egoísmo, autopiedade, simpatia humana, negligência. Instrumento musical: harpa.

A bondade amorosa e a caridade dos fogos do coração incitam-nos à ação sábia e compassiva.

- Quinto Centro de Energia - Chakra: da garganta. Localizado na garganta. Cor azul. 16 Pétalas.

Expressão Positiva: poder, vontade, fé, proteção, direção, coragem e obediência às Leis de Deus. Expressão Desequilibrada: controle sobre os outros, condenação, conversa fiada, fofoca, teimosia humana, impotência, covardia, dúvida e falta de respeito ao livre-arbítrio do próximo. Instrumento Musical: metais - Trompete, Trombone, Trompa e Tuba.

Ao controlarmos a vontade e o poder, liberamos as elevadas energias do coração por meio da palavra falada para a transformação pessoal e planetária.

- Sexto Centro de Energia - Chakra: do terceiro olho/visão. Localizado entre as sobrancelhas. Cor verde-esmeralda. 96 pétalas.

Expressão Positiva: verdade, visão, manter a mais elevada visão para si e para os outros, cura, integridade, abundância, clareza, constância, foco, música e ciência. Expressão Desequilibrada: falta de visão, falsidade, crítica mental, falta de clareza, inconstância, pobreza financeira e espiritual. Instrumento Musical: piano. Ao focalizarmos nossa visão interior no plano divino, temos clareza e visão criativa.

- Sétimo Centro de Energia - Chakra: da coroa. Localizado: no alto da cabeça. Cor amarelo ouro/dourado. 972 pétala.

Expressão Positiva: iluminação, sabedoria, consciência cósmica, autoconhecimento, compreensão, humildade e mente aberta. Expressão Desequilibrada: orgulho intelectual e espiritual, vaidade, intelectualismo, egoísmo, mente obtusa e ignorância. Instrumento Musical: cordas.

Pelo conhecimento do Eu interior alcançamos a sabedoria (sábio domínio), a iluminação e a união com toda a vida.

(Então vocês veem aqui que tem as expressões positivas e as expressões desequilibradas de cada chakra. Esse é o efeito de uma boa música e de uma música ruim. A música interfere muito nos chakras. Não só nos chakras, mas no corpo todo. Então não é só não ouvir música ruim, é necessário ouvir música boa, vale como um instrumento de cura dos quatro corpos inferiores.

Eu quero frisar, para concluir este assunto, que eu tive a oportunidade de assistir, ao vivo, a muitos ditados dos Mestres Ascensos. E antes de cada ditado transmitido pela mensageira, os Mestres sempre determinavam que fosse tocada uma música clássica, que todos nós ouvíamos na íntegra – mesmo quando se tratava de uma composição longa.

Durante aqueles momentos, mergulhávamos profundamente na música e éramos envolvidos por uma sensação de êxtase espiritual, de elevação e de profundo prazer emocional. Não era apenas uma introdução ao ditado: a música nos preparava interiormente e, ao mesmo tempo, preparava a energia do ambiente para a chegada do Mestre.

Somente depois dessa preparação vinha o ditado, trazendo aqueles maravilhosos ensinamentos que eram transmitidos a todos nós).

– Confira o vídeo deste professor de bateria para entender melhor como é a batida do Rock: https://www.youtube.com/watch?v=CvsFEsXakwo

– Confira estes vídeos com a batida disciplinada da bateria: https://youtu.be/BzDvqUDnPOg  https://youtu.be/H9yZ2y__qBs e https://youtu.be/sAqT8cYuCug

– Confira a música Raga Indiana “Raga Jhinjhoti,” tocada por Shivkumar Sharma: https://youtu.be/htmEGHQ_98k

Paulo Rodrigues Simões – www.eusouluz.com.br


– Este foi um ensinamento dos Mestres Ascensos dado à Mensageira Elizabeth Clare Prophet, a fonte é o site da The Summit Lighthouse nos Estados Unidos.

- Tradução e comentários entre (parênteses), de Paulo Rodrigues Simões


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