A Noite Escura da
Alma e A Noite Escura do Espírito
1 -
Pérola de Sabedoria Vol. 22 No. 6 - Arcanjo Gabriel - 1979
"Andai enquanto tendes Luz" - João
12:35, é o mandamento do Senhor Jesus Cristo, e enquanto a Luz está
encarnada "crede na Luz, para que vos torneis filhos da Luz" - João
12:36, pois esta é a oportunidade para a salvação que foi dada. Ó homens
e mulheres que buscam a Palavra e o Senhor, neste dia, lembrem-se que a
vocês também “convém que eu faça as obras daquele que me enviou,
enquanto é dia; pois a noite vem, quando ninguém poderá trabalhar.” -
João 9:4.
A noite (a que Jesus se refere)
é a “Noite Escura da Alma”, quando a escuridão que cobre a Terra é o
própria karma retornando de cada indivíduo, (karma este) que eclipsa
momentaneamente a Luz do Filho de Deus (o Santo Cristo Pessoal).
E quando esse karma é
equilibrado, há ainda o início da “Noite Escura do Espírito”, quando
a Luz do Sol (a Presença EU SOU) é retida para que o iniciado possa
provar que a Luz do Cristo, que está em seu coração, é a Luz de uma
devoção inabalável, porque confia na presença do Pai, mesmo quando
essa Presença retira-se como o teste final da Gólgota.
Arcanjo Gabriel
Explicações no rodapé da
Pérola de Sabedoria: Em ambos, na noite escura da alma, em que a
Luz da alma é eclipsada, principalmente pelo karma pessoal, e na
noite escura do Espírito, em que a Luz da Presença EU SOU é
eclipsada pelo karma planetário, bem como, é uma iniciação Crística,
o indivíduo precisa lidar com os testes exclusivos para sua alma, e
daqueles comuns a todos no Caminho da Ascensão.
Na noite escura da alma, "a escuridão que cobre a Terra" é o peso do
karma retornando para cada indivíduo, enquanto ele também está
aprendendo a enfrentar o karma do mundo. Ambos os tipos de karma
ofuscam por alguns ciclos a Luz da alma e, portanto, o seu
discipulado sob o Filho de Deus.
Quando esse karma pessoal
estiver equilibrado pela alma, ela deve forjar sua identidade
Crística, passar pelo casamento alquímico (a união da alma com o
Cristo Pessoal), e estar em posição, se requerido, para manter o
equilíbrio por algum peso do karma planetário. Este último, ocorre
como o início da noite escura do Espírito, que cada iniciado deve
enfrentar como a prova suprema de sua Cristicidade (quando o
indivíduo assume a responsabilidade de representar o Cristo na
Terra).
A noite escura da alma,
karmicamente criada pelo livre arbítrio individual, é o teste da
confrontação da alma com o seu próprio karma (negativo, criado) a
partir do bem e do mal relativo, o pecado que pode ser perdoado; a
noite escura do Espírito é a iniciação do encontro da alma com o
Grande Deus, O Bem Absoluto, e, por este Bem que ele se tornou, por
conquistar o Mal Absoluto, sua antítese.
Isto é experimentado como a
presença e a ausência de Luz, como Cristo e Anticristo, assim como a
participação ativa e passiva do Filho do homem vivendo nos ciclos de
Armageddon.
Esta iniciação lida com “o
pecado contra o Espírito Santo, que é imperdoável” - Mateus 12:31, o
endeusamento do Mal Absoluto e a não rendição do “morador do umbral”
(anticristo pessoal), frente ao rosto do Deus vivente.
A noite escura da alma é a
tolerância da Lei, um período de graça para a alma separar-se do
erro e transforma-lo; é o requisito para a alma conquistar o direito
à iniciação da noite escura do Espírito.
Aqueles a quem foram dados os
ciclos necessários para atravessar a noite escura da alma, mas não o
fizeram, devem seguir em frente, não obstante (mesmo sem estarem
preparados), para a iniciação da Noite Escura do Espírito.
Esta é a iniciação da Presença
EU SOU. É o princípio autolimitado da Lei, que não tolera o abuso do
Cristo, pelo Anticristo. A última iniciação dada ao santo e ao
pecador, significa que a oportunidade de escolher estar junto com
Deus, terminou para o indivíduo.
Depois de centenas de milhares
e mesmo milhões de anos circulando pela roda de renascimentos, a
alma/consciência que nega a Presença da cabeça de Deus, morando em
Seu corpo, Sua Palavra e Seu Trabalho, são anulados pelo próprio
decreto final ratificado pelo julgamento perante os 24 anciões na
Corte do Fogo Sagrado; esta é a segunda morte, a morte da alma
(Apocalipse 2:11; 20:6, 11-15; 21:8).
(É... meus irmãos, não dá mais
para protelar.... quantas encarnações a mais nós precisamos para
reconhecer Deus e amá-lo acima de tudo? O Espírito Santo vem como um
ladrão no meio da noite. Ninguém sabe a hora da vinda do Julgamento
do Fogo Sagrado. Este fogo para uns é a elevação, para outros é a
morte eterna. Acima de tudo, vemos que este julgamento final... tão
esperado por muitos como um evento mundial, pode ser exclusivo de
cada alma... para alguns, pode vir hoje mesmo...)
(O grande problema dos
estudantes dos ensinamentos dos Mestres Ascensos é pensar que só
precisam ser corretos em tudo o que fazem em suas vidas, e tudo irá
sair bem. Sim, isso também é muito importante. Mas o mais importante
é ter o domínio sobre os seus pensamentos.
O anticristo pessoal perturba
os pensamentos daqueles que permitem, incutindo continuamente o medo
e a confusão mental em suas vidas. Isso paralisa as pessoas que
ainda não estão totalmente conscientes da realidade divina e as
impede de evoluírem na Luz.
A alma passa pela noite escura
do Espírito quando acredita, em sua mente, que Deus a deixou e que
está sem saída; que Deus não a protege mais porque ela não foi boa o
suficiente para Ele.
E é nesse ponto que a alma do
buscador da Luz precisa confiar em Deus, quando Ele não parece mais
estar presente, e a mentira do anticristo está forte em sua mente.
O segredo está em compreender
que você não é o seu corpo físico e que o pior que o mal pode fazer
é tirar o seu corpo, mas a sua consciência, a sua alma, o mal não
pode tirar – anule o medo, confie em Deus e você vencerá todos os
testes - a vida eterna é para a sua alma, e não para o seu corpo
físico!)
2 - Na Pérola de Sabedoria Vol. 28
No. 21 a Mestra Vênus nos diz em um ditado:
As iniciações dos cinco raios secretos
são descritas por São João da Cruz como a noite escura da alma e a noite
escura do espírito, em seu trabalho: “A Noite Escura.” - Vênus
Ensinamentos dos Mensageiros sobre
São João da Cruz
E
assim eu recomendo a vocês o ensinamento de
São João da Cruz, na Chama Viva de Amor, que explica o casamento
alquímico com o Espírito Santo.
Pois não é como se vocês não
estivessem unidos à Palavra viva, mas agora devem reconsagrar suas vidas
ao casamento com Deus. Pois uma vez que a plena fusão seja atingida,
amados, ela não pode mais ser perdida.
Mas vocês já estiveram nesse ponto, quase na hora da realização com o
Noivo, a Palavra viva. E ainda assim, o manter do equilíbrio para que esse
evento se realizasse foi demais para vocês, e os caídos enviaram os mais
espertos impostores do Cristo Cósmico, impostores do Senhor Maitreya.
E
a iniciação do casamento alquímico, mais uma vez foi posta de lado, e
isso representou a vocês, ciclo após ciclo, a espera uma vez mais, por
dois mil anos, ou por cinco mil anos, ou por dez mil anos, quando os
ciclos cósmicos mais uma vez trariam vocês face a face, com a iniciação
do Senhor Maitreya.
(Muitos deixaram o Caminho da Cristicidade, onde se encontravam bem, por
causa de dúvidas que permitiram estabelecer-se em suas mentes e foram em
busca de caminhos alternativos, onde se perderam. Mas essas dúvidas
fazem parte dos testes da sua evolução espiritual. É necessário passar
por esses desafios com glória e vitória).
A Noite Escura da Alma (São João da Cruz)
A noite escura da alma
(em castelhano: La noche oscura del alma) representa uma fase de
purificação passiva no desenvolvimento místico do espírito do
indivíduo, de acordo com São João da Cruz, poeta, místico, sacerdote
e frade carmelita espanhol do século XVI.[1]
João descreve o
conceito em seu tratado Noite Escura (em castelhano: Noche Oscura),
um comentário realizado sobre seu poema homônimo. Segue-se à segunda
fase, a iluminação em que se sente a presença de Deus, mas esta
presença ainda não é estável. O próprio autor não deu título ao seu
poema, que, juntamente com este comentário e a Subida do Monte
Carmelo (em castelhano: Subida del Monte Carmelo), constitui um
tratado sobre a purificação ativa e passiva dos sentidos e do
espírito, conduzindo à união mística.[1]
Atualmente, o termo
"noite escura da alma" se tornou uma forma popular de se descrever
uma crise de fé, ou um período doloroso e de dificuldades na vida de
uma pessoa.
Poema e Tratado de
São João da Cruz
O poema de São João da
Cruz narra a jornada da alma desde a sua morada carnal até a união
com Deus. A jornada é referida como “Noite Escura”, pois a escuridão
representa as dificuldades da alma em desapegar-se do mundo e
atingir a luz da união com o Criador. Há vários níveis nesta
escuridão atados em sucessivos estágios. A ideia principal do poema
pode ser vista como sendo a dolorosa experiência que as pessoas têm
de suportar ao buscar crescimento espiritual e a união com Deus.
A obra é dividida em
dois livros que se referem a dois estágios da escuridão da noite. O
primeiro é a purificação dos sentidos. O Segundo e o mais intenso de
ambos é o da purificação do espírito, que é também o mais difícil de
ser atingido. A “Noite Escura da Alma” ainda descreve os dez níveis
na progressão em direção ao amor místico, tal como fora descrito por
São Tomás de Aquino e, em parte, por Aristóteles. O poema foi
escrito no período em que João da Cruz esteve preso devido a seus
irmãos carmelitas não aceitarem suas reformas na Ordem do Carmo. O
tratado foi escrito posteriormente e consiste em um comentário
teológico sobre o poema, explicando cada um dos níveis mencionados
em seus versos.
O Poema - A Noite
Escura da Alma
“Em uma Noite escura, com ânsias em amores inflamada, ó ditosa ventura!
saí sem ser notada, estando minha casa sossegada.
A
ocultas, e segura, pela secreta escada, disfarçada, ó ditosa ventura! a
ocultas, embuçada, estando minha casa sossegada.
Em uma Noite ditosa, tão em segredo que ninguém me via, nem eu nenhuma
cousa, sem outra luz e guia, senão aquela que em meu seio ardia. Só ela
me guiava, mais certa do que a luz do meio-dia, donde me esperava quem
eu mui bem sabia, em parte onde ninguém aparecia.
Ó
Noite que guiaste! ó Noite amável mais do que a alvorada! Ó Noite que
juntaste Amado com amada, amada nesse Amado transformada!
No meu peito florido, que inteiro para ele se guardava, quedou
adormecido do prazer que eu lhe dava, e a brisa no alto cedro suspirava.
Da torre a brisa amena, quando eu a seus cabelos revolvia, com fina mão
serena a meu colo feria, e todos meus sentidos suspendia.
Quedei-me e me olvidei, e o rosto reclinei sobre o do Amado: tudo
cessou, me dei, deixando meu cuidado por entre as açucenas olvidado.”
Termo espiritual na
tradição cristã
O termo “Noite Escura
da alma” é usado no cristianismo para referir-se à crise espiritual
na jornada rumo à união com Deus, como a que é descrita por São João
da Cruz. A grosso modo, a crise consiste na ausência de Deus na vida
daquele que crê. Tipicamente para um crente que se encontra na noite
escura da alma, disciplinas espirituais como a prece e a forte
devoção a Deus, subitamente parecem perder todo o valor empírico; a
prece tradicional passa a ser extremamente difícil e não
gratificante por um longo período durante a noite escura. O
indivíduo sente como se de repente Deus o tivesse abandonado ou como
se sua vida de prece tivesse entrado em colapso. É importante notar,
contudo, que a presença de dúvida não é o mesmo que o abandono de
Deus.
Há uma forte tradição
bíblica de autênticas crises diante de Deus. Os Salmos 13, 22 e 44,
por exemplo, mostram o rei Davi passando por uma séria crise e
angustiado diante de Deus, ainda assim, isso não é condenado nem
mencionado como falta de fé, mas sim como a única medida de fé que
David poderia ter em face ao aparente fulminante abandono. O Salmo
88 é um dos poucos escritos inteiramente neste reino de escuridão.
Ao invés de resultar em
permanente devastação, a noite escura é considerada uma bênção
disfarçada, pela qual o indivíduo é despojado, na noite escura dos
sentidos, do êxtase espiritual associado com atos de virtude. Embora
os indivíduos possam, por um momento parecer declinar em suas
práticas de virtude, na realidade, eles se tornam mais virtuosos,
uma vez que passam a ser virtuosos menos devido às recompensas
espirituais - êxtases nos casos da primeira noite - e mais devido a
um verdadeiro amor a Deus. Este é o teste divino que todos tem de
passar, a purgação da alma, que traz a pureza e a união com Deus.
Santa Teresinha de
Lisieux, uma carmelita francesa do século XIX, sofreu experiência
semelhante. Centrando-se em dúvidas sobre a vida após a morte, ela
teria dito a suas colegas freiras, "Se você soubesse em que
escuridão eu estou mergulhada".
Apesar desta crise ser
geralmente de natureza passageira, pode durar por longos períodos. A
"noite escura" de São Paulo da Cruz, no século XVIII durou 45 anos,
até que ele estivesse totalmente recuperado.
A "noite escura" de
Santa Teresa de Calcutá também foi duradoura. Ela, de acordo com
cartas publicadas em 2007, disse a respeito de sua própria crise
"pode ser o caso mais longo registrado", com início em 1948, durando
quase até sua morte, em 1997, com apenas breves intervalos de
alívio. Padre Frei Franciscano Bento Groeschel, amigo de Madre
Teresa durante grande parte de sua vida, afirma que "a escuridão a
deixou" no final de sua vida.
3
-
Pérola de Sabedoria Vol. 38 No. 33 - Maha Chohan - 1995
A
crucificação foi a iniciação mais difícil de Jesus, seu solo. Se ele
subjugaria a Morte e o Inferno por todos os tempos e restauraria aos
Filhos e Filhas de Deus a chama da imortalidade, que eles haviam perdido
quando, por sua desobediência, o SENHOR Maitreya os tinha banido do
éden, deveria ele, Jesus, submeter-se à Noite Escura do Espírito.
Embora Jesus soubesse que esta iniciação viria e que deveria vir, ele
não podia prever a agonia pela qual passaria sua alma. Repentinamente
ele foi completamente isolado, cortado daquele a quem chamava de Pai.
Tudo o que ele tinha para prosseguir
era sua Cristandade e a Presença do EU SOU O QUE SOU que ele tinha
internalizado durante sua encarnação e em todas as suas prévias
encarnações na Terra.
E, portanto, Jesus chamou: “Meu Deus,
meu Deus, por que me abandonaste?” Pois mesmo o Filho de Deus não podia
prever o abandono total da alma, que ele experimentaria na Sexta-Feira
Santa, às três horas, e continuando até a sua ressurreição, ao amanhecer
do domingo de páscoa.
A Grande Lei exigiu que o Filho de
Deus, pelo manto de sua Cristandade, aniquilasse a Morte e o Inferno,
por si mesmo.
O que o Senhor Jesus fez para nós,
nós devemos fazer para outros. “Porque o Filho do homem também não veio
para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de
muitos”.
Em seu nome vamos ministrar aos seus,
e nas suas pegadas vamos dar a nossa vida em resgate para muitos.
Além disso, nessa Noite Escura na
cruz, Jesus, o Filho de Deus, foi obrigado por Lei Cósmica a segurar o
equilíbrio para todas as evoluções da Terra; passado, presente e as que
ainda viriam a nascer, durante a dispensação de 2.150 anos da idade de
Peixes, que começou aproximadamente no seu nascimento.
Em resumo, Jesus foi o exemplo para
todos os Filhos e Filhas de Deus que viriam depois dele, a se submeterem às iniciações da
Crucificação, da Ressurreição e da Ascensão, assim como
ele fez.
Maha Chohan
4 -
Texto do livro "A Alquimia de Saint Germain" - de
Elizabeth Clare
Prophet da escola The Summit Lighthouse
-
Em sua Pérola de Sabedoria de 8 de abril de 1979, Sanat Kumara contou a
história de como devotos venusianos ofereceram-se como voluntários para
acompanhá-lo à Terra para encarnar entre a humanidade e ajudá-lo a manter a
chama trina acesa no coração dos filhos da Luz:
“A alegria da oportunidade misturou-se à tristeza provocada pela
sensação da separação. Eu havia optado por um exílio voluntário em uma
estrela sombria. E conquanto ela estivesse destinada a ser a Estrela da
Liberdade, todos sabiam que para mim aquilo seria como uma longa noite
escura da alma.
Então, subitamente, dos vales e
montanhas surgiu um grande número de meus filhos. Eram as almas dos
cento e quarenta e quatro mil aproximando-se do nosso Palácio de Luz.
Formaram uma espiral cada vez mais próxima de doze companhias entoando o
cântico da liberdade, do amor e da vitória...
Observando da varanda, (minha chama gêmea) Vênus e eu, vimos a décima terceira companhia
vestida de branco. Era o clero real da Ordem de Melquizedeque...
Quando todos se reuniram, anéis e
anéis e anéis envolvendo nosso lar, e após o término do hino de louvor e
adoração a mim, seu porta-voz postou-se diante da varanda dirigindo-se a
nós em nome da grande multidão.
Era a alma daquele que vocês conhecem
e amam hoje como o Senhor do Mundo, Gautama Buda.
E
ele disse-nos: “Ó Ancião dos Dias, ouvimos falar da graça que Deus te
concedeu neste dia e de teu compromisso de manter a chama da Vida até
que algumas evoluções na Terra possam ser aceleradas e mais uma vez
renovem os seus votos para serem portadores da chama. Ó Ancião de Dias,
tu és o nosso Guru, nossa própria vida, nosso Deus. Não te abandonaremos
sem conforto. Nós iremos contigo.”
Assim eles vieram para a Terra com Sanat Kumara e legiões de anjos,
precedidos por outra comitiva de Portadores de Luz que preparou o
caminho e estabeleceu o retiro de Shamballa “a Cidade Branca” em uma
ilha do mar de Gobi (hoje o deserto de Gobi).
Ali, Sanat Kumara ancorou o foco da chama trina, estabelecendo o fio
inicial de contato com todos os habitantes da Terra, estendendo raios de
Luz de seu coração para o deles.
E
ali os voluntários de do planeta Vênus encarnaram em véus densos da carne, para
acompanhar as evoluções da Terra até a vitória de sua promessa.
(Sanat Kumara é o grande salvador da Terra, planeta irmão de Vênus.
Alguns de nós, viemos com Ele..., outros, fomos salvos por Ele...! Eu me
curvo para a Luz Interior deste grande ser Iluminado! "O Ancião dos Dias
- Sanat Kumara", eu te obedeço, eu te sigo, eu te espelho - Amém!)
-
Os trechos dos ditados
acima foram disponibilizados originalmente em inglês para os mensageiros
Mark e Elizabeth Clare Prophet -
Tradução e
comentários entre (parênteses) de Paulo R. Simões
- Ao copiar nossas páginas,
indique
sempre o web site -
www.eusouluz.com.br -
- Colabore para a Expansão da Luz! -
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