Hilarion é o chohan do quinto raio da cura e da
Verdade. Ele é o Hierarca do Templo da Verdade no plano etéreo,
próximo a Creta, na Grécia.
Esta aula também está disponível em vídeo:
https://youtu.be/VLyFZtIkgzs
Suas Encarnações Mais Importantes:
Hilarion Encarnou como Sumo Sacerdote do
Templo da Verdade
Como sumo sacerdote do Templo da Verdade na
Atlântida, ele transportou o foco da chama da Verdade, juntamente
com artefatos do Templo da Atlântida, para a Grécia, pouco tempo
antes do afundamento desse continente.
O foco da Verdade que ele estabeleceu na Grécia
tornou-se o ponto focal para os Oráculos de Delfos, mensageiros da
Verdade que serviram sob a direção de Pallas Athena por centenas de
anos, até que sacerdotes negros penetraram a Ordem Délfica e
perverteram a Verdade que havia sido manifestada.
A Fraternidade então retirou esse serviço da humanidade
encarnada, pois as pessoas estavam incapazes de distinguir entre a
Verdade e o erro.

São Paulo Ensinando
em Atenas
Encarnou como São
Paulo
Hilarion mais tarde
encarnou como Saulo de Tarso, que se tornou o apóstolo Paulo.
Hilarion recordou para nós o seu encontro com o Cristo naquela
encarnação:
“Jesus, o Cristo, nós o
chamávamos, e nós fomos chamados por ele como vocês são chamados
neste dia. Eu recordo as memórias de sua vinda a mim,
fortalecendo-me com a sua Palavra.
Contudo, primeiro ele
me humilhou naquela estrada para Damasco – a humilhação de que eu
tanto necessitava para que eu pudesse me inclinar diante da minha
própria chama crística que ele me revelou, assim como também me deu
a chave da meditação sobre essa chama, para que eu pudesse caminhar
em seus passos no quinto raio da ciência, da cura, do apostolado e
da pregação da Palavra.
Frequentemente, Eu me
sentia como as mãos, os pés e o coração de Hércules, lutando contra
as espirais descendentes da Terra, com o seu ateísmo, o seu
agnosticismo, o seu orgulho intelectual e o seu rancor contra os
profetas e o Santo de Deus tão recentemente vindos ao nosso meio.
Ainda assim, durante todo o tempo, Eu me lembrava de que Eu já havia
vivido entre eles.
Ter sido outrora, como
Saulo, tão orgulhoso e tão deliberadamente contrário à vontade d’Ele,
queimaria para sempre em minha memória a impotência que todos nós
sentimos como instrumentos de Deus. Mas o grande fortalecimento pela
Palavra vem, meus Amados, na hora da conversão.
Não é a hora do
chamado, mas a hora da conversão, quando as suas almas respondem com
algo que é profundo. É o fluir, é o dar, é essa rendição quando,
como Jesus me disse: “Saulo, Saulo, por que me persegues? É duro
para ti recalcitrares contra os aguilhões.” (Atos 26:14)
Minha alma o conhecia
desde tempos antigos e trouxe à minha mente exterior a memória do
voto interior. Não foi a primeira vez que Eu tinha visto o Senhor
Cristo. Eu o havia visto antes de tomar a encarnação e, ainda assim,
Eu tive de trabalhar através daquele orgulho, daquele karma no
quinto raio, de muito aprendizado, muito estudo e superioridade na
posição social e na posição intelectual que Eu tinha em relação aos
primeiros cristãos.
E assim, era o meu
próprio karma que estava sobre mim, pelo qual Eu estava resistindo
ao chamado.
Meu Senhor me perseguiu
enquanto Eu fazia a minha jornada na estrada para Damasco. Sim,
Amados, Eu fui cegado, não por Sua Luz, mas pelo meu próprio pecado
e pela alquimia de sua Luz, penetrando o registro do pecado em meu
ser. Assim, Eu fui transformado, convertido pelo Espírito do Senhor
na plena manifestação de Jesus Cristo sobre mim”. - Hilarion
Por um período após sua
conversão a Cristo, Paulo retirou-se para o deserto da Arábia. Em
Gálatas 1:16–18, Paulo registra: “Eu não consultei carne e sangue.
Tampouco subi a Jerusalém aos que já eram apóstolos antes de mim;
mas fui para a Arábia e voltei novamente para Damasco. Depois,
passados três anos, subi a Jerusalém”.
Os comentaristas
frequentemente especularam sobre o que Paulo fez durante sua
permanência no deserto. Hilarion explicou que Jesus o levou “com
outros ao seu retiro sobre a Terra Santa e na Arábia. Eu estive lá e
aprendi com ele. E esta foi a minha permanência no deserto, em
meditação com Jesus, elevado como Eu estava em meus corpos mais
sutis e treinado diretamente de coração a coração”.
Porque, naquela vida, o
apóstolo Paulo consentiu no apedrejamento de Santo Estêvão (o
primeiro mártir cristão) e perseguiu e matou ativamente cristãos,
ele não ascensionou na conclusão daquela vida. A tomada de vida em
uma encarnação frequentemente requer outra incorporação para
equilibrar esse karma.
O Mestre Ascenso
Hilarion explicou por que lhe foi exigido encarnar novamente antes
de realizar a sua ascensão:
“Lembrem-se, então, de
que nós, os apóstolos de Cristo, viemos sob a dispensação da Lei,
que exigia que cada um equilibrasse 100 por cento do seu karma antes
que a alma entrasse na Ascensão na Luz. Assim, foi exigido que Eu
expiasse, em minha vida como o apóstolo Paulo e em minha vida
seguinte como Santo Hilarion, os pecados que Eu havia cometido antes
de receber o meu Senhor”. - Hilarion
(Como santo, Hilarion é
conhecido como Santo Hilarião, em português)
Encarnou como Santo
Hilarion
Assim, Jesus, que
preparou Paulo para ser seu apóstolo, patrocinou-o em uma encarnação
final como Santo Hilarion (290 a 372 d.C.), fundador do monaquismo
na Palestina.
Hilarion passou vinte
anos no deserto em preparação para a sua missão e somente então
realizou o seu primeiro milagre – com Deus operando por meio dele,
Hilarion curou uma mulher da esterilidade, permitindo que ela desse
à luz um filho. A partir daquele dia, ele exerceu um ministério de
cura.
Ele curava crianças da
febre, invocando o nome de Jesus; curava paralisias e expulsava
muitos demônios. Multidões se reuniam para serem curadas de doenças
e de espíritos malignos. Elas o seguiam até mesmo aos lugares mais
desolados e remotos. Ele tentou, muitas vezes, se esconder, mas elas
sempre o encontravam, compelindo-o a seguir o seu verdadeiro
chamado, por amor a Jesus.
Jerônimo, cuja
biografia de Santo Hilarion fornece a maior parte das informações
que conhecemos sobre ele, registra:
“A frequência de seus
sinais na Sicília atraía a ele enfermos e homens religiosos em
multidões; e um dos homens mais importantes foi curado de hidropisia
no mesmo dia em que chegou e ofereceu a Hilarion dádivas sem
limites; mas ele obedeceu à palavra do Salvador: ‘De graça
recebestes; de graça dai’.”
Por ocasião de um
grande terremoto, o mar ameaçava destruir a cidade. Segundo
Jerônimo: “O mar rompeu os seus limites e, como se Deus estivesse
ameaçando outro dilúvio, ou como se tudo estivesse retornando ao
caos primordial, navios foram lançados sobre rochedos íngremes e ali
ficaram suspensos.”
Os habitantes da
cidade, ao verem aquelas montanhas de água avançando em direção à
costa, correram para buscar Hilarion e, “como se o estivessem
conduzindo para a batalha, colocaram-no à beira-mar. E, quando ele
traçou três sinais da cruz sobre a areia e estendeu as mãos contra
as ondas, é inacreditável a que altura o mar se elevou e se deteve
diante dele e, depois, enfurecido por longo tempo, como que
indignado com a barreira, recuou, pouco a pouco, para dentro de si
mesmo.”
No final de sua vida, o
santo do povo – pois eles o haviam reivindicado como seu –
retirou-se para um lugar em Chipre tão remoto que ele estava
convencido de que ninguém o encontraria ali. Era até mesmo
assombrado – as pessoas teriam medo de se aproximar, pensava ele.
Mas um paralítico conseguiu arrastar-se até lá, encontrou Hilarion,
foi curado e espalhou a notícia.
E assim foi que o santo
terminou seus dias naquele vale, com muitas pessoas vindo para
vê-lo. Após sua passagem, seus seguidores o sepultaram ali, conforme
era o seu desejo, mas, dentro de alguns meses, seu discípulo mais
próximo, Hesíquio, secretamente abriu o seu túmulo e levou o seu
corpo para a Palestina.
O Mestre Ascenso
Hilarion compartilhou conosco uma revelação que recebeu em sua
última encarnação física na Terra como o grande curador e eremita
que viveu nos desertos da Palestina e de Chipre. Ele disse:
“EU SOU Hilarion! Eu
caminhei pelos lugares desérticos! Eu tomei o meu refúgio no deserto
da vida, mas as multidões vieram atrás de mim para o deserto
enquanto Eu vivia em minha encarnação final como Hilarion. Elas
vieram pela fonte de cura; elas vieram por amor. Embora Eu me
retirasse, elas me seguiam. E assim, o Senhor me disse que o dom da
Verdade e da cura é somente para ser compartilhado, somente para ser
dado". – Hilarion
Hilarion tinha o dom da
cura em medida abundante. Os verdadeiramente grandes curadores da
humanidade, que podem levar as suas almas ao ponto de resolução e
plenitude por um toque da mão ou por uma simples ordem – “Sejam
curados!” – são enviados por Deus.
A marca identificadora
do verdadeiro curador é que ele caminha à sombra de sua poderosa
Presença EU SOU, que ele é humilde diante de Deus e dos homens e que
ele dá toda a glória a Deus pelas obras que Deus realiza por meio
dele, sabendo que ele é apenas o instrumento do Espírito Santo.
Esses santos de Deus são modestos e não necessariamente dirão a
vocês que possuem o dom da cura.
Não confundir com Santo
Hilário de Poitier, antiga Galia, (310–367 d.C) que foi um
Bispo e Doutor da Igreja. Ele não é o mesmo Santo Hilarion (290 a
372 d.C.), fundador do monaquismo na Palestina, nosso atual Mestre
Ascenso.
A Missão de Hilarion
Hoje
A melodia de “Onward,
Christian Soldiers” pode ser tocada para atrair a radiância de
Hilarion para o seu mundo. Por meio dessa música, vocês podem sentir
o mesmo fervor e zelo que capacitaram o apóstolo Paulo, há dois mil
anos, a inspirar os primeiros cristãos a estabelecer a Igreja de
Cristo na Ásia Menor e, posteriormente, por todo o mundo conhecido.
Ele os impregna com a coragem necessária para cumprir a sua missão
hoje, com estas palavras:
“Assim, Eu lhes digo,
apóstolos do Deus Altíssimo, sigam o seu caminho! É a mudança dos
campos de força, a troca das botas, que causa o tremor nos joelhos.
Eu lhes digo: levantem-se e ajam! Esquerda, direita, esquerda,
direita, deem mais um passo, avancem! Vocês descobrirão o que Deus
quer que vocês façam. Não há necessidade de se sentarem e ficarem se
perguntando! Há trabalho – trabalho na ação do Espírito Santo. Há a
alegria do serviço, que é verdadeira fraternidade e verdadeira
comunidade.
Descubram o que Deus
quer que vocês descubram sobre si mesmos, imergindo-se no grande
fluxo cósmico, no fluxo contínuo do serviço. Descubram o que é o
ensinamento, vivendo o ensinamento. E descubram o que nós temos para
vocês em Creta, como nossa designação como representantes da
Verdade”. – Hilarion
Retiro no Templo da
Verdade
A Fraternidade da
Verdade, no retiro de Hilarion sobre Creta, utiliza a chama da cura,
da ciência e da constância ali focalizada. Eles trabalham com
aqueles que se tornaram desiludidos com a vida, com a religião e com
os seus semelhantes, que deturparam ou interpretaram erroneamente a
Verdade e, assim, tornaram-se ateus, agnósticos ou céticos.
Os Irmãos de Creta
também trabalham com médicos e cientistas e os auxiliam em suas
pesquisas. Vocês podem invocar Hilarion para cura e plenitude, para
a conversão das suas almas e para a exposição da Verdade na mídia.
– Mestre Ascenso
Hilarion – Nos Fala Sobre a Cura Pela Luz de Deus
Use a ciência da
palavra falada para se conectar com a Luz da cura. Faça a seguinte
afirmação de cura quatro vezes, uma vez para cada um dos seus quatro
corpos inferiores:
“EU SOU, EU SOU, EU SOU
a ressurreição e a vida dos meus quatro corpos inferiores, agora
manifestada!
A poderosa ciência da
alquimia é a ciência da cura divina. E esse raio de cura pode ser
entendido por você como o poderoso som de Deus – o tom de Sua
sinfonia. Você não será capaz de perceber ou ter o poder sobre esse
acorde magnetizado em você até que tenha alcançado a integração dos
quatro corpos inferiores – etéreo, mental, emocional e físico.
Cada uma das notas
desse poderoso acorde é tocada em um desses quatro corpos
inferiores. E, portanto, se você aperfeiçoar apenas um ou dois, você
terá apenas duas notas do acorde... Em última análise, é a Luz que é
a fonte de toda cura”. – Hilarion
(Os nossos corpos são:
etéreo, mental, emocional e físico; ou espiritual, pensamentos,
desejos e vida material e física. Não podemos investir no
espiritual e nos esquecermos do físico; ou nos estudos e nos
esquecermos do espiritual; ou no emocional e nos esquecermos de nós
mesmos, como no caso da depressão, por exemplo.
Precisamos viver, com
alegria e energia, os quatro corpos inferiores; só assim teremos
saúde verdadeira. Todos os quatro corpos inferiores estão
interligados. Ou eles estão em sintonia, ou o desequilíbrio traz a
doença, o câncer e a morte).
– Estes
ensinamentos da Mensageira Elizabeth Clare Prophet foram
traduzidos diretamente da página da The Summit Lighthouse dos
Estados Unidos.
Tradução e
comentários entre parênteses de Paulo Rodrigues Simões
-
www.eusouluz.com.br
- Ao copiar nossas páginas,
indique
sempre o web site -
www.eusouluz.com.br
-
- Colabore para a Expansão da Luz! -
Voltar para a Página Anterior
Conhecer
Outras páginas