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https://youtu.be/OBJVFL94_BE
– Quem é Serapis Bey? –
Serapis Bey é o chohan
(diretor) do quarto raio para o planeta Terra, hierarca do Templo da
Ascensão em Luxor e o décimo terceiro membro do Conselho de Adeptos
do Templo da Ascensão. Ele também é conhecido como Serapis Soleil,
“Serapis do Sol” – aquele que se regenera e ascende; o iluminado
vitorioso.

Serapis Bey recebe o
sufixo “Bey”, não em razão de seu período de vida na Terra, mas da
forma e do momento em que sua identidade foi apresentada ao mundo
moderno. A explicação envolve tanto a história antiga quanto o
esoterismo do século XIX.
O nome histórico
original não continha “Bey”; trata-se de um título. O termo “Bey”
foi introduzido pela Teosofia no século XIX e acrescentado ao nome
de Serapis a partir de 1875, com a fundação da Sociedade Teosófica
por Helena Blavatsky e Henry Olcott.
Naquela época, o Egito
estava sob o domínio do Império Otomano. Os fundadores da Teosofia
adotaram o título honorífico utilizado naquele período – “Bey” é uma
palavra turca cujo sentido fundamental é “Senhor”, “Chefe” ou
“Governante” – para se referirem formalmente a Serapis em suas
cartas e comunicações ocultistas.
O quarto raio é a chama
da Ascensão, a Luz branca da Mãe no chakra da base da coluna. Dessa
Luz branca provêm a arquitetura, os princípios da matemática, os
fundamentos da construção do templo da Matéria e da pirâmide do Ser.
Na presença de Serapis,
nós passamos a conhecer uma concepção muito mais abrangente daquilo
que chamamos de Cristo, a verdadeira pessoa que existe em todos nós.
Encarnações de Serapis
Bey - Conhecido como o Grande Disciplinador, Serapis veio de Vênus
com o Ancião de Dias para reacender o fogo sagrado no coração de uma
humanidade rebelde. Seu grande entusiasmo em resgatar os filhos do
homem como reis e sacerdotes de Deus cresceu e se intensificou,
transformando-se em uma chama de vontade férrea, determinação e
disciplina.
Sumo Sacerdote no
Templo da Ascensão - Ele foi sacerdote no Templo da Ascensão, na
Atlântida. Como guardião da chama da Ascensão, ele transportou a
chama em segurança pelo rio Nilo até Luxor, pouco antes de a
Atlântida submergir. Serapis nos oferece um vislumbre dessa
experiência em suas próprias palavras:
“Eu me lembro muito bem
de quando surgiram os primeiros sinais do afundamento da Atlântida.
Pois, como vocês sabem, o afundamento daquele continente ocorreu em
etapas. Pela graça de Deus, o aviso que nos foi dado permitiu que
muitos escapassem. E nós seguimos nosso caminho até Luxor.
“Vocês talvez se
perguntem por que uma chama espiritual precisa ser transportada por
simples mortais. Acontece sempre de os filhos da Luz tenderem a
pensar que essas coisas deveriam acontecer de maneira mágica e
milagrosa. Talvez um pouco dos contos de fadas tenha se infiltrado
na religião, e as pessoas tenham se esquecido de que tudo o que foi
realizado por Deus e pelo homem resultou do trabalho e do esforço
conjuntos, tanto no alto como embaixo.
“Eu lhes direi, então,
por que é assim – porque o único lugar onde a chama pode
verdadeiramente habitar, além do altar que lhe foi consagrado, é o
coração vivo do adepto encarnado” – Serapis Bey.
Ali no Egito, Serapis e
os irmãos na Luz que o acompanharam, construíram o Templo da
Ascensão e, desde então, têm guardado a chama naquele local,
revezando-se em suas funções enquanto continuavam a reencarnar
especificamente para esse propósito.
Serapis Bey continuou a
reencarnar na terra do Nilo, adiando a própria Ascensão até
aproximadamente o ano 400 a.C. Nessas encarnações, ele se tornou o
patrocinador de algumas das maiores realizações arquitetônicas já
manifestadas sobre a Terra.
Arquiteto da Grande
Pirâmide
Serapis foi o arquiteto da Grande Pirâmide de Gizé, e El Morya foi o
mestre de obras.
A Grande Pirâmide é o
registro, esculpido em pedra, do caminho da iniciação, por meio do
qual a alma, partindo da Matéria, representada pela base da pirâmide
e por seus quatro lados, eleva-se do centro da pirâmide até o ápice.
A elevação dessa chama
é a meditação sobre a Luz branca que percorre o corpo físico, desde
a base da coluna, no chakra da base, até o chakra da coroa. A chama
da ressurreição está ancorada a dois terços da altura da pirâmide.
Jesus e El Morya
explicam que “a construção da pirâmide do Ser é uma construção
interior, mas a expressão exterior deve estar em conformidade, deve
produzir frutos e deve dar o exemplo para que outros possam seguir
vocês por todo o caminho até o coração da Esfinge – até o próprio
coração do Guru vivo que a Esfinge representa, até o coração da
chama no interior da Grande Pirâmide, que se encontra na oitava
etérea.”

Amenhotep III -
Esta é a imagem da
Cabeça de Amenófis III, que ser encontra em um museu britânico.
Amenófis é a forma grega do nome, mais utilizada em português e,
Amenhotep, a forma egípcia. Serapis encarnou como o faraó egípcio
Amenófis III, (reinou aproximadamente de 1417 a 1379 a.C.), filho de
Tutmés IV e bisneto de Tutmés III, uma encarnação de Kuthumi. Seu
filho e sucessor ao trono foi Amenófis IV, mais tarde conhecido como
Ikhnaton, uma das encarnações do Mestre Ascenso Lanello.
Durante o reinado de
Serapis, o Egito atingiu o auge da prosperidade, da paz e do
esplendor, que eram a manifestação direta de sua comunhão com a
chama do próprio coração e com os Mestres Ascensos, remontando até o
Ancião de Dias.
Amenófis III era
considerado o maior governante da Terra. Durante a maior parte de
seu reinado, manteve relações diplomáticas pacíficas de alto nível
com todas as nações. Parte da imensa riqueza de seu tesouro foi
empregada na construção de magníficos templos e palácios.
Ele ampliou o Templo de
Karnak, às margens do Nilo, e construiu um enorme templo funerário,
cujos remanescentes são conhecidos hoje como os Colossos, as
estátuas monolíticas de figuras sentadas descobertas às margens do
rio Nilo.
Ele procurou
representar em pedra sua compreensão da ordem hierárquica dos
iniciados, dos Mestres Ascensos e dos reis-filósofos que haviam
caminhado sobre a Terra nas eras de ouro anteriores.

Sua maior obra foi a
construção do Templo de Luxor, que permanece parcialmente intacto
até hoje.
Em sua geometria e em
seu projeto, esse templo incorporava a representação física da Lei
esotérica transmitida pelo sacerdócio ao longo de gerações.
Ele permanece como um
verdadeiro compêndio de ciência, arte e filosofia avançadas.
Atualmente, o Templo de Luxor é a contraparte física do retiro
etéreo conhecido como Templo da Ascensão.

Rei Espartano
Leônidas -
Serapis também encarnou
como o rei espartano Leônidas (morto por volta de 480 a.C.), ele
comandou os gregos em sua heróica resistência contra a gigantesca
invasão persa no desfiladeiro das Termópilas, porta de entrada para
a região central da Grécia.
Embora os persas fossem
numericamente muito superiores aos gregos, Leônidas conteve durante
dois dias o avanço do exército persa sob o comando do rei Xerxes. No
terceiro dia, quando os persas se aproximaram pela retaguarda e não
havia reforços à vista, Leônidas dispensou a maior parte de suas
tropas.
Com o auxílio dos
aliados gregos que permaneceram, Leônidas e sua guarda real
espartana, composta por trezentos homens, lutaram até o último
homem. Sua heroica resistência permitiu que a frota grega recuasse
e, mais tarde, derrotasse os persas. O exemplo de Leônidas
contribuiu para manter viva a chama da identidade nacional da nação
grega.
Os historiadores citam
essa batalha como um dos maiores exemplos de coragem e destemor na
luta por uma causa diante de forças esmagadoramente superiores. O
registro akáshico revela que os trezentos espartanos eram a reunião
de trezentos chelas de Luxor que estavam encarnados com Serapis.
Eles representavam um tipo extraordinário de hombridade. Alguns são
hoje Mestres Ascensos; outros permanecem encarnados.
Naquela época,
tratava-se de uma guerra física travada contra um inimigo
esmagadoramente superior. Hoje, trata-se da batalha de Armagedom
contra a perversidade espiritual nos altos escalões da Igreja e do
Estado – a mente de Deus consumindo a antimente crística – o Ser
Maior, o Cristo interior – consumindo o não ser – a mente carnal e
materialista, o morador do umbral.

Fídias - Serapis
Bey encarnou como o escultor Fídias durante o século V a.C., em
Atenas.
Ele era considerado o
maior de todos os escultores gregos. Foi o arquiteto do Partenon e
supervisionou sua construção, realizada com extraordinária maestria.
No interior do Partenon, colocou sua obra mais famosa: a estátua de
Palas Atena, com cerca de doze metros de altura, feita de ouro e
marfim, que representava a figura da Mãe, a Deusa da Verdade.
Ao entrar no Partenon,
nós nos encontramos diante de uma obra arquitetônica concebida por
alguém que sabia utilizar a forma, a simetria, a geometria e os
ângulos para abrigar uma chama. O campo de força do Partenon contém,
de fato, uma chama essencial, assim como o Templo de Luxor e a
Grande Pirâmide.
Fídias também criou uma
enorme estátua de Zeus, feita de ouro e marfim, que se encontrava no
templo de Olímpia. Ele também foi pintor, gravador e mestre no
trabalho com metais. Sua arte caracterizava-se pela beleza sublime e
pela espiritualidade, e ele viveu como a expressão máxima da era de
ouro dos grandes mestres da arte grega, que exerceram uma influência
duradoura sobre toda a arte ocidental posterior.
Serapis realizou sua
Ascensão por volta de 400 a.C.
Na era helenística, de
323 a 31 a.C., Serapis tornou-se um dos deuses mais importantes dos
panteões egípcio e greco-romano. Era venerado como patrono dos reis
ptolomaicos do Egito e como divindade fundadora da grande cidade de
Alexandria. Existem numerosos registros históricos do contato
próximo de Serapis com os homens em todo o Egito e na Ásia Menor, e
mais de 1.080 estátuas, templos e monumentos dedicados a Serapis Bey
foram erigidos durante aquela época.
Demétrio de Falero,
fundador da Biblioteca de Alexandria sob Ptolomeu I, foi
milagrosamente curado da cegueira por Serapis e escreveu hinos de
agradecimento.

Cabeça de Mármore de
Serapis
Serapis frequentemente
falava por meio de oráculos, oferecendo conselhos e realizando curas
pessoais e milagrosas para muitas pessoas. Há um famoso relato
histórico envolvendo Serapis que marcou uma época importante em sua
consolidação como a divindade de maior destaque do Egito e da
Grécia. O rei Ptolomeu I, governante do Egito, recebeu em sonho a
visita de Serapis, que lhe ordenou que levasse a estátua do deus
para Alexandria.
Depois de hesitar e ter
um segundo sonho com Serapis, o rei mandou trazer a estátua, com as
bênçãos do Oráculo de Delfos, e instalá-la no Serapeu, o grande
Templo de Alexandria.
Era nesse templo que se
encontrava a famosa Biblioteca de Alexandria, com seus trezentos mil
volumes.
Muitos epítetos são
atribuídos a Serapis, entre eles “Pai”, “Salvador” e “o maior dos
deuses”. Ele era considerado o patrono do contato próximo entre os
deuses e os mortais. Nos anais da tradição esotérica, Serapis é
considerado o hierofante dos ritos secretos de iniciação egípcios
(aquele que explica as coisas sagradas).
Os mistérios menores
eram dedicados a Ísis e destinados aos leigos; os mistérios maiores
eram dedicados a Serapis e Osíris e transmitidos somente aos
sacerdotes iniciados, que passavam por rigorosos ritos de provação e
iniciação no templo de Serapis. Ao longo de um período de seiscentos
a setecentos anos, Serapis tornou-se a divindade suprema do Egito e
da Grécia.
Entretanto, no final do
século IV d.C., o imperador Teodósio promulgou decretos contra o
politeísmo, e os cristãos interpretaram isso como uma autorização
para atacar os pagãos, incluindo os adeptos das religiões de
mistérios.
O bispo cristão de
Alexandria incitou multidões a destruir o grande símbolo do
paganismo em Alexandria, o templo de mistérios do deus Serapis. Eles
despedaçaram a enorme estátua de Serapis, que havia inspirado seus
devotos durante seiscentos anos. A multidão destruiu pelo menos uma
das grandes bibliotecas de Alexandria.
Trabalho com a
Sociedade Teosófica - Serapis Bey desempenhou um papel fundamental
no impulso inicial e na orientação dos esforços da Fraternidade
durante o século XIX. Entre as primeiras cartas enviadas pelos
adeptos e Mestres aos fundadores da Sociedade Teosófica estavam as
de Serapis Bey e da Fraternidade de Luxor.
Serapis assumiu
pessoalmente a orientação e o discipulado de Helena Blavatsky e do
coronel Henry Steel Olcott, cofundador e presidente da Sociedade
Teosófica.
Durante os seis meses
que antecederam a fundação da sociedade, em 1875, Serapis enviou ao
coronel Olcott muitas cartas de incentivo e instrução. As cartas
eram, em sua maioria, escritas com tinta dourada sobre um espesso
pergaminho verde, assinadas de próprio punho por Serapis e traziam a
inscrição de um símbolo esotérico da Fraternidade de Luxor.
Uma característica
marcante das cartas escritas a Henry Olcott era a exortação que
Serapis lhe fazia continuamente: “Tente”. O Mestre Serapis
enfatizava a necessidade de coragem e destemor, as mesmas qualidades
vigorosas que ele manifestara como Leônidas.
A missão de Serapis na
atualidade - O Mestre Ascenso Serapis Bey ocupa, atualmente, uma
posição de grande importância entre os sete chohans dos sete raios.
O quarto raio encontra-se no ponto central entre três raios de um
lado e três do outro. A posição central do quarto raio é
fundamental, pois nela ocorre a convergência da Luz branca e se
encontra o ponto de conexão do fluxo de energia em forma de oito.
Esse ponto da chama da Mãe está sempre personificado no guru, seja
no Oriente ou no Ocidente, na pessoa da Mãe em Sanat Kumara, que se
movimenta entre nós e em nosso meio por meio dessa Luz branca.
A Luz branca é o fogo
sagrado da criação, e sua perversão transforma-se em magia negra.
Isso pôde ser visto no Egito, o ponto focal da chama da Ascensão,
onde a Fraternidade Negra Egípcia praticou magia negra durante
séculos e séculos, desafiando a própria presença de Serapis Bey em
seu templo.
O ponto de redenção da
Terra remonta à Lemúria, a Terra-Mãe e a própria chama da Mãe. A
Terra possui um tremendo karma relacionado à chama da Mãe e às
perversões dessa chama que ocorreram na Lemúria, na região onde hoje
se encontra São Francisco e ao largo da costa da Califórnia.
As perversões da Luz da
Mãe abriram caminho para a profanação dos templos e para a queda dos
sacerdotes e sacerdotisas, culminando, por fim, no uso indevido das
energias sexuais e nas perversões da força da vida. O ato final foi
o assassinato da mais elevada representante da Mãe na Lemúria. A
verdadeira causa do afundamento da Lemúria foi a profanação da
pessoa da Mãe e de sua chama.
Desde aquela hora, a
Terra vem avançando lentamente em direção à era de Aquário, quando,
mais uma vez, a Luz da Mãe poderá ser elevada em todos, tanto nos
homens quanto nas mulheres, promovendo novamente o respeito à
mulher, à Mãe e a reunião da Mãe – a Luz que se eleva a partir da
base – com a Luz do Pai, que desce da Presença EU SOU. Os próximos
dois mil anos estão destinados a testemunhar uma elevação da
consciência como não ocorre desde as eras de ouro da Lemúria.
O caminho da Ascensão
consiste na harmonização, em nossa consciência, das forças que são
essenciais – Pai, Mãe, Filho e Espírito Santo, como os quatro
pilares do templo dentro de nós. A grande lição de Gautama Buda foi
a de que todo sofrimento é causado pelo desalinhamento com a Luz
interior, decorrente de desejos incorretos.
Serapis Bey nos ensina
como entrar em alinhamento com a vontade interior do Ser. Seus
ensinamentos tornam-se a pedra angular no arco da Hierarquia. Sem a
Luz branca, nós não podemos alcançar a integração do nosso próprio
ser.
Serapis Bey torna-se,
portanto, uma chave de grande importância em uma época em que há
tantos problemas na sociedade. O aumento da criminalidade, dos
assassinatos, dos estupros, do consumo de drogas e assim por diante
é um sinal da chegada da Luz da Mãe, que se eleva dos altares da
Lemúria.
Essa Luz ascendente
torna-se tão intensa que, a menos que nós mergulhemos nela e nos
tornemos parte dela, ela se transforma na rocha da qual Jesus falou
– se nós não cairmos sobre essa rocha e permitirmos que nossas
concepções equivocadas sejam despedaçadas, será ela que nos
despedaçará – Mateus 21:44; Lucas 20:18.
É a Luz que restaura a
verdadeira identidade, mas é também uma Luz tão poderosa que pode
destruir a falsa identidade que se rebela contra ela. No alvorecer
da era de Aquário, o mundo encontra-se em rebelião contra a Luz de
Deus e, ainda assim, busca Deus. Os ensinamentos de Serapis Bey e os
mistérios da Fraternidade de Luxor contêm as respostas capazes de
solucionar essas questões.
Serapis Bey tem sob seu
comando legiões de serafins. Ele possui grande mestria em geometria
e concepção divinas. Ele auxilia seus discípulos nas autodisciplinas
necessárias à Ascensão: a disciplina dos quatro corpos inferiores,
para que o Cristo possa manifestar-se e utilizá-los como veículos de
serviço e realização no mundo da forma; e a disciplina dos momentums
acumulados no passado, constituídos por espirais negativas e
criações humanas que poderiam impedir que a chama da Ascensão se
forme no coração de todos os que evoluem no planeta, por meio da
aceleração da chama trina.
O Caminho da Ascensão -
Seu livro Dossiê sobre a Ascensão, ditado a Mark e Elizabeth Clare
Prophet, é um manual sobre o caminho para a Ascensão. Ele contém
ensinamentos provenientes das aulas que Serapis ministra no Templo
da Ascensão e, por meio dele, vocês podem ancorar em sua mente
consciente aquilo que aprendem no Templo da Ascensão, em Luxor,
enquanto seu corpo dorme à noite. Ele apresenta os requisitos para a
Ascensão e oferece explicações e instruções detalhadas sobre o
processo da Ascensão.
Serapis descreve o que
acontece durante o ritual da Ascensão: “É verdade que, embora a
forma física de um indivíduo possa apresentar sinais de
envelhecimento antes de sua Ascensão, tudo isso mudará, e sua
aparência física será transformada no corpo glorificado. O indivíduo
ascende, então, não em um corpo terreno, mas em um corpo espiritual
glorificado, no qual a forma física é instantaneamente transformada
por meio da imersão total na grande chama de Deus.
“Assim, cessa a
consciência que o indivíduo tem de seu corpo físico, e ele alcança
um estado de ausência de peso. Essa ressurreição ocorre quando a
grande chama de Deus envolve o invólucro remanescente da criação
humana e transmuta, segundo um padrão de grades cósmicas, todos os
padrões celulares do indivíduo – a estrutura óssea, os vasos
sanguíneos e todos os processos corporais –, que passam por uma
grande metamorfose.
“O sangue nas veias
transforma-se em Luz dourada líquida; o chakra da garganta
resplandece com uma intensa Luz azul-branca; o olho espiritual, no
centro da testa, transforma-se em uma chama de Deus alongada que se
eleva; as vestes do indivíduo são completamente consumidas, e ele
adquire a aparência de estar vestido com um manto branco – a veste
sem costura do Cristo.
“Às vezes, os longos
cabelos do Corpo Mental Superior – o Santo Cristo Pessoal – aparecem
como ouro puro naquele que está ascendendo; outras vezes, os olhos,
independentemente de sua cor, podem tornar-se de um belo
azul-elétrico ou de um violeta-claro.
“A forma física
torna-se cada vez mais leve e, com a leveza do hélio, o corpo começa
a elevar-se na atmosfera, à medida que a atração gravitacional
diminui e a forma é envolvida pela Luz da glória exteriorizada que o
homem conheceu junto ao Pai “no princípio”, antes que o mundo
existisse.
“Essas mudanças são
permanentes, e aquele que ascendeu pode levar consigo seu corpo de
Luz para onde desejar ou viajar sem o corpo espiritual glorificado.
“Os seres ascensos
podem aparecer na Terra como mortais comuns, e ocasionalmente o
fazem, trajando vestes físicas semelhantes às das pessoas da Terra e
caminhando entre elas para cumprir propósitos cósmicos. Saint
Germain fez isso após sua Ascensão, quando ficou conhecido como o
Homem Maravilhoso da Europa. Tal atividade depende de uma
dispensação concedida pelo Conselho Karmico”. – Serapis Bey
Em geral, os Mestres
Ascensos não retornam ao plano físico, a menos que haja algum
serviço específico que exija essa mudança na frequência vibratória.
Serapis nos diz: “Vocês
ascendem diariamente.” Nossos pensamentos, nossos sentimentos e
nossas ações diárias são todos pesados na balança. Nós não
ascendemos de uma só vez, mas gradualmente, à medida que passamos
por nossos testes e conquistamos nossas vitórias individuais.
Todo o registro de
nossas vidas passadas e dos momentums, tanto do bem quanto do mal,
deve ser levado em consideração; e então, quando tivermos colocado
em equilíbrio com a pureza e a harmonia do Grande Eu Divino pelo
menos 51% de toda a energia que já nos foi concedida, poderá nos ser
oferecida a dádiva da Ascensão.
Os 49% restantes
deverão ser transmutados, ou purificados, a partir das oitavas
ascensas, por meio do serviço à Terra e às suas evoluções. Além de
equilibrar 51% do próprio karma, os requisitos para a Ascensão são
equilibrar a chama trina, alinhar os quatro corpos inferiores,
alcançar certo grau de mestria em todos os sete raios, conquistar
certo domínio sobre as condições externas, cumprir o próprio plano
divino, transmutar o cinturão eletrônico e elevar a Kundalini.
Serapis Bey, o chohan
da chama da Ascensão e hierarca do Templo da Ascensão em Luxor, no
Egito, dirige-se a cada um de nós: “O futuro é aquilo que vocês
fazem dele, assim como o presente é aquilo que vocês fizeram dele.
Se vocês não gostam daquilo que criaram, Deus providenciou um meio
para que vocês o transformem, e esse meio é a aceitação das
correntes da chama da Ascensão”.
Giuseppe Verdi captou a
música da chama da Ascensão na “Marcha Triunfal”, de Aída. A
nota-chave do Templo da Ascensão é “Liebestraum”, de Franz Liszt, e
a irradiação da Presença Eletrônica de Serapis Bey e de sua chama
gêmea flui através da ária “Celeste Aída”.
O retiro etéreo da
Fraternidade de Luxor está sobreposto ao retiro físico, que é
constituído por uma grande construção quadrada de pedra branca,
cercada por um muro e um pátio, além de uma estrutura subterrânea
que inclui o Templo da Ascensão e a Sala da Chama.
A poucos quilômetros
desse foco encontra-se uma pirâmide, também sobreposta por uma
atividade etérea. Ali, na câmara superior da pirâmide, encontra-se a
Câmara do Rei, onde ocorrem as iniciações da transfiguração e da
ressurreição.
Outras câmaras no
interior da pirâmide são utilizadas para as iniciações ministradas
pelo Conselho de Adeptos aos devotos que chegam a Luxor preparados
para as mais rigorosas disciplinas e para a entrega total de sua
consciência humana.
O foco da chama da
Ascensão foi levado por Serapis Bey para esse local pouco antes do
afundamento da Atlântida. Em encarnações posteriores, ele e os
irmãos que haviam servido no Templo da Ascensão na Atlântida
construíram o retiro, que originalmente se encontrava acima do solo.
Ali, em uma construção
subterrânea, encontra-se a sala circular do tribunal onde o Juízo
Final é conduzido pelo Conselho de Adeptos. Nas proximidades fica a
Sala da Chama, uma construção quadrada com portas em dois de seus
lados. Só se entra nesse recinto como candidato à Ascensão, depois
de terem sido superadas todas as iniciações.
Formando outro quadrado
dentro da sala, há doze pilares brancos, decorados com relevos
dourados na base e no topo, que circundam a plataforma central onde
arde a chama da Ascensão. Eles representam as doze hierarquias do
Sol e os doze atributos divinos. Cada pessoa que ascende a partir
desse Templo alcança a Ascensão porque conquistou a mestria divina
por meio das disciplinas e da orientação de uma dessas doze
hierarquias – aquela sob a qual nasceu na encarnação em que estava
destinada a ascender.
O hierarca do retiro
instrui o candidato à Ascensão a passar entre os pilares e
permanecer no centro da chama da Ascensão. Nesse momento, a nota
cósmica do indivíduo ressoa, e a chama de Alfa é liberada a partir
do círculo no teto, enquanto a chama de Ômega se eleva a partir da
base.

No instante em que a
nota do indivíduo ressoa, simultaneamente à ação da chama, os
serafins no pátio externo anunciam, ao som de suas trombetas, a
vitória da alma que está ascendendo, com a mais magnífica
interpretação da “Marcha Triunfal” de Aída, que alguém jamais
ouvirá.
A disciplina, que é a
nota-chave desse retiro, pode ser sentida na precisão com que eles
executam a composição, em seus tons dourados.
No complexo
subterrâneo, há outras salas da chama destinadas à meditação dos
devotos que ali servem. Há também um foco da chama da ressurreição e
câmaras destinadas à preparação para diversas iniciações, entre elas
as da transfiguração e da ressurreição.
Serapis Bey nos diz:
“Eu anuncio a todos os candidatos à Ascensão e a todos aqueles que
desejam tornar-se candidatos à chama da Ascensão ao término desta
encarnação ou da próxima que nós organizamos, em nosso retiro, aulas
das quais podem participar aqueles que aspiram à matriz da Pureza.
“Àqueles que disseram
em seu coração: “Eu desejo, acima de tudo, ser perfeito aos olhos de
Deus, ter em mim aquela mente perfeita que também estava em Cristo
Jesus”, àqueles que anseiam por fundir-se com a chama da identidade
de Deus e descobrir que foram feitos à imagem e semelhança d’Ele,
àqueles em quem esse desejo arde dia e noite – a vocês Eu digo:
Venham e sejam instruídos nos preceitos da Lei que talvez lhes
tenham escapado nesta vida ou aos quais talvez não tenham dado a
devida atenção em encarnações anteriores.
“Pois nós estamos aqui
para preencher os elos que faltam na cadeia do Ser, para que, quando
chegar a hora de sua transição e vocês se encontrarem como a rosa do
outro lado do muro, tenham o momentum e a orientação interior da
alma que os conduzirão a este ou a um dos outros retiros da
Fraternidade, seja para a preparação final para a Ascensão, seja
para a preparação para a reencarnação”. - Serapis Bey

A chama da Ascensão é
de um branco ígneo e intenso, com um resplendor cristalino. O
lírio-da-páscoa é o símbolo da chama e seu foco no reino da
natureza, e o diamante branco é seu foco no reino mineral.

Grande Pirâmide –
A Grande Pirâmide, ao
revelar o curso dos acontecimentos passados, presentes e futuros,
constitui a grande profecia de que, um dia, o tempo e o espaço
deixarão de existir e somente a chama da ressurreição revelará a Luz
permanente da identidade individual.
Ela é um extraordinário
ponto de contato com a chama do coração de Serapis Bey. Os
cientistas afirmaram que nenhum homem poderia ter construído a
pirâmide, mas somente Deus.
Houve aqueles que
caminharam sobre a Terra que não apenas possuíam a mestria de um
adepto, mas eram a encarnação viva da Palavra com tamanha perfeição
que conheciam a ciência da levitação e sabiam como transferir
literalmente as Leis da perfeição para a pedra – pedra sobre pedra
–, com uma precisão de um milésimo de polegada; pedras tão pesadas
que, pelos padrões atuais, não poderiam ser movidas; pedras
trabalhadas com tamanha perfeição que nenhum artesão de hoje
conseguiria reproduzi-las.
Evidentemente, aqueles
que foram responsáveis pela construção dessa pirâmide possuíam uma
sintonia superior com a chama de Deus e conheciam a ciência de sua
utilização na matéria.
Significado Espiritual
- A iniciação da crucificação é, algumas vezes, ministrada em uma
das câmaras da Grande Pirâmide, utilizada no nível etéreo para esse
teste de renúncia ao corpo, a fim de verificar se o homem está
apegado a ele ou se sabe que sua verdadeira realidade está em Deus.
Essa iniciação já não é realizada na pirâmide física de Gizé, que
permanece apenas como o invólucro de seu antigo foco e de sua antiga
função, devido ao uso indevido de sua energia por magos negros,
falsos gurus e falsos chelas.
Simbolismo - Oromasis e
Diana explicam que “a base de quatro lados da Grande Pirâmide do Ser
é o símbolo dos quatro planos de consciência proporcionados aos
filhos e filhas de Deus para que aperfeiçoem sua consciência
Crística. A base da pirâmide da Matéria é tanto a plataforma da
espiral ascendente da autoconsciência quanto o ponto de partida a
partir do qual, por meio do Olho Onividente de Deus, manifestado
como a Presença EU SOU, a alma transcende a si mesma no ‘salto’ para
os reinos do fogo infinito”.
A Pedra Angular da
Pirâmide - A comunidade da Grande Fraternidade Branca é simbolizada
na Grande Pirâmide. Em 23 de março de 1980, Cyclopea explicou que “a
pedra angular é, de fato, constituída pelos iniciados do fogo
sagrado”. Ela está ausente porque “jamais se manifestou nesta oitava
um corpo de almas não ascensas capaz de assumir esse compromisso de
unidade eterna, de fusão!”
O Elohim Cyclopea
anunciou: “Nós estamos reunindo os componentes da pedra angular.
Isso não foi realizado em doze mil anos, exceto nas oitavas dos
Mestres Ascensos”. Ao término do serviço de 26 de novembro de 1989,
Cyclopea anunciou que estava colocando a pedra angular sobre a
pirâmide dos Estados Unidos da América, no nível da oitava etérea.
- Estes ensinamentos
e trechos de ditados de Serapis Bey foram dados pela Mensageira
Elizabeth Clare Prophet e disponibilizados no web site da The Summit
Lighthouse nos Estados Unidos.
- Tradução e voz de
Paulo Rodrigues Simões - mais uma aula do Grupo de Estudos EuSouLuz,
trazendo para vocês os Ensinamentos dos Mestres Ascensos da Grande
Fraternidade Branca.
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indique
sempre o web site -
www.eusouluz.com.br -
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